Inseminação artificial (IA)

Programa de Inseminação artificial

Todas as reprodutoras são inseminadas artificialmente. Para isso, são submetidas ao controle reprodutivo através de palpação retal e ultrassonografia. O controle se faz com a freqüência necessária para se determinar o melhor momento para realizar a inseminação.

Com o auxílio do ultrassom as alterações fisiológicas dos ovários e útero podem ser observados de maneira eficiente e segura para a reprodutora. O exame dos ovários nos revela a presença do folículo maduro, prestes a ovular. Este é o momento aguardado para se realizar a inseminação.

O sêmen do garanhão é, então, coletado, com auxilio de vagina artificial, manipulado e avaliado no laboratório. Somente após a verificação da qualidade do sêmen é que a reprodutora é inseminada. Temos ainda a opção da utilização de sêmen congelado, nacional ou importado.

O exame com o ultrassom continua sendo realizado na reprodutora, desta vez para se verificar a ovulação, momento em que o folículo se rompe e libera o óvulo, que será fertilizado pelo espermatozóide colocado no útero da reprodutora pela inseminação artificial.

Caso não tenha ocorrido a ovulação nas 48 horas após a inseminação, a reprodutora é inseminada novamente. Após alguns dias da ovulação, de 11 a 15 dias, será realizado o primeiro exame ultrassonográfico para a detecção da prenhez. Rotineiramente serão realizados exames para acompanhar o desenvolvimento do embrião.

Caso a reprodutora esteja no programa de Transferência de Embrião (T.E.), entre 6 e 9 dias após a ovulação procederemos a lavagem uterina para recuperar o embrião e transferi-lo a uma égua receptora.

 

 

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